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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ALGUMAS LENDAS DE JAGUARÃO
( Adoooooooro lendas, qto mais as da minha cidade!)



ASSOMBRAÇÃO NA ENFERMARIA

O Sr. Valter Brignol Roldan, foi ronda da Enfermaria Militar por um bom tempo. Ele relatou algumas coisas apavorantes que já viu por lá.
Além das coisas que ele via, os próprios militares que trabalhavam lá e outras pessoas que estiveram doentes, relataram coisas sobre esse centenário hospital do exército que socorreu muitos feridos na guerra do Paraguai. Nesse casarão morreu muita gente, tendo até uma capela velatória. Na madrugada as pessoas ouviam barulhão de panelas e pratos retumbando no chão e quando os sentinelas corriam até a cozinha, estava com tudo em ordem. Depois que deixou de ser hospital, cederam para uns sargentos solteiros e alguns casados morarem lá, e nenhum conseguiu agüentar por muitos dias.
Mas voltando ao assunto do Sr. Valter, disse que numa noite escura e com relâmpagos e trovoadas, estava no portão, esperando chegar à hora de largar a meia noite. Eram onze e meia da noite, quando olhou para a Rua da Paz, e viu que vinha uma pessoa caminhando no repecho em direção aquelas ruínas. Ela entrou no terreno e se dirigiu a ele perguntando se poderia entrar, o que ele respondeu que sim. Passaram-se muitos minutos e a curiosidade do seu Valter, o levou até o pátio central ver o que ela fazia. Estava sentada num banco de pedra, com a cabeça escorada nos braços contra o encosto. Pensou em muitas coisas que poderia estar acontecendo com ela, mas pegou ânimo e foi até próximo a moça perguntar que horas eram. Ela respondeu: Faltam dez para meia noite.
Nisso, rescendeu uma luz e a moça desapareceu num relâmpago. Seu Valter saiu ligeiro caindo e com os cabelos em pé, e assim foi até sua casa.


UM DISCO VOADOR NO AEROPORTO

A Varig teve agência em Jaguarão de 1930 até a década de 60. Eram três vôos por semana, no início com aviões pequenos para 5 passageiros depois o Eletra com 9 passageiros e tripulação vindo a seguir o Douglas com 21 passageiros e mais a tripulação.
Porto Alegre, Pelotas, Jaguarão, Santa Vitória e vice-versa. Certa vez o avião pousou mas não conseguiu frear caindo num banhado sem ferir ninguém. Duas vezes caíram nas imediações de Pelotas matando os passageiros.
Quando o tempo estava turbulento, Porto Alegre pedia para iluminar a pista para vôos noturnos (Porto Alegre – Montevideu.
Numa conversa com o Sr. Osvaldo, fundador do Grupo de Assuntos Ufológicos (discos voadores) e membro do clube de cinema de Jaguarão, aconselhou a falar com Idelfonso Pereira – ex-funcionário da VARIG, sobre um caso estranho que lhe aconteceu.
Quando pintava uma emergência Idelfonso pegava um carro de quatro rodas onde continham vários lampiões. Puxava esse carro e distribuía lampiões por ambos os lados da pista de pouso. Certa vez, numa noite escura, estava colocando as últimas iluminações no final da pista que situa-se atrás do cemitério municipal. Repentinamente surge uma luz como se fosse um gigantesco holofote, clareando todo campo do aeroporto e cemitério, não produzia ruído nem vento, embora a vegetação deitasse como se estivesse soprando um vendaval, tal era a intensidade da luz, Idelfonso fugiu apavorado, deixando o carro no fundo do campo e mais tarde, quando transmitiram de Montevidéu por rádio, que o avião havia pousado, ele não obedeceu a ordem e não voltou para recolher os lampiões, que passaram toda a noite acesos e só foram apagados depois de clarear.
São mistérios que acontecem constantemente e até inspiraram muitas pessoas espalhadas pelo mundo inteiro a criarem grupos de estudos sobre esses fenômenos, que certamente não tem nada a ver com os espíritos, mas assustam e são considerados mistérios, mas a maior crença é que sejam habitantes de outros planetas.



CAUSO DO MUSEU CARLOS BARBOSA SOBRE OS PRÓPRIOS MORADORES

Dizem os mais antigos que as pessoas que eram ligadas aos pertences materiais não se desligavam dos seus bens após a morte.
As últimas moradoras da casa museu foram as duas herdeiras remanescentes de Carlos Barbosa: Eudóxia e Branca Barbosa. Elas viveram na casa até a década de 70. Cuidavam dos pertences como se nunca fossem se desfazer ou desligar de nenhum objeto.
Em 1975 faleceu Dona Eudóxia, a filha do meio da família Barbosa e última filha viva. Quando esta veio a falecer, deixou a casa completamente intacta, ou seja, tudo conservado no seu lugar a pelo menos 50 anos.
Há também histórias sobre a visita que as irmãs Barbosa fazem esporadicamente à casa onde viveram para ver se tudo continua como foi deixado por elas. (A idéia de transformar a casa em museu foi expressa pela Eudóxia em seu testamento e a condição vigente seria de abrir o museu conforme a casa havia sido deixada por ela, mas que nada poderia sair do seu ambiente e nada de novo poderia fazer parte do conjunto).
Quando acontecem suas visitas esporádicas, nunca sabemos quando ocorrerá a próxima, percebemos sua vinda quando algum objeto é deixado espalhado pela casa ou fora do seu lugar e então, quando voltamos para buscá-lo, com a certeza que foi deixado em tal lugar e não encontramos é só aguardar dois ou três dias, conforme sua “vontade ou castigo” que encontramos no mesmo lugar onde havia sido deixado e que no dia seguinte havia sumido; ou também se fazem notar quando as portas internas da casa que são mantidas fechadas se abrem aparentemente sozinhas e sem ajuda do “vento”.


FONTE: Estas histórias estão no extinto jornal Nova Manhã. Algumas edições estão no Instituto Histórico e Geográfico de Jaguarão.



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