Pesquisar este blog

Meu twitter:

twitter.com/malvinaee

Seguidores

quinta-feira, 31 de março de 2011

SEJA UM EXEMPLO
Mírian Warttusch

Aja muito, fala pouco, tenha atos exemplares.

E iluminado será, o caminho que trilhares!

Ao avançar, muito alento... esqueça dos teus pesares.

Semeia coisas notáveis, pelas trilhas onde andares.

Esqueça os ressentimentos, para teu trigo ceifares;

Beba das fontes ribeiras, para assim melhor chegares.

Leva na boca um sorriso, realiza o que sonhares.

Amigos assim terás, acredito, que aos milhares.

Mas poucos, junto estarão, se deles tu precisares.

Tem cautela... seja só, se forem maus os teus pares.

Conta só contigo mesmo, pra depois não lastimares...

Seja de ti, o melhor, o que tiver que deixares.

Dignidade é que vale, move terras, céus e mares!

quarta-feira, 30 de março de 2011



Profissão de piloto de avião também é para elas

Sabrina Ongaratto, RBS TV Pelotas
Uma jovem de 23 anos tem chamado a atenção pelos aeroportos onde passa. E não é só pela beleza. Seu nome mais parece um apelido: Kitty Trisch Knevitz nasceu em Pelotas, mas hoje não tem endereço certo. A co-piloto acorda cedo. Às 6h toma café, cuida da beleza, e ao invés da bolsa, carrega uma pequena bagagem.
- Ela é meu kit de sobrevivência. Eu moro nessa malinha já faz algum tempo. Aqui tem sempre uma muda de roupa, um chinelinho, um tênis, maquiagem… É a minha casa – conta ela, que é uma das mil mulheres que conquistaram licença para pilotar aeronaves no Brasil, em um total de 14 mil licenças concedidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até março deste ano.
O número mostra que elas estão conquistando espaço na atividade. Mas, entrar em um avião e se deparar com uma piloto mulher ainda pode surpreender.
Às 7h30min é hora de se despedir da família.
- Certamente a gente sente um pouco de medo. Mas conforme ela, tem toda uma técnica. Ela disse que tem muita segurança. É mais seguro voar do que andar de carro – comenta o pai, Dari Trisch Knevitz.
Como outros jovens, Kitty também passou pela indecisão de não saber qual carreira seguir. Já pensou em ser atriz, iniciou a faculdade de Direito, mas foi na cabine de um avião que diz ter encontrado a profissão que procurava. Aos 17 anos iniciou um curso de comissária de bordo, e aos 18 de piloto. Hoje, aos 23, é co-piloto. A primeira e única mulher a pilotar aviões na empresa de aviação onde trabalha, que faz vôos de cidades pequenas e médias até as capitais.
Antes da decolagem ela consulta as condições do tempo. No Let 410, com capacidade para 19 passageiros, Kitty ainda faz a checagem do avião. A aeronave é até pequena para quem tem uma paixão tão grande.
- Por incrível que pareça a primeira vez que eu andei de avião foi pilotando. Eu nunca tinha andado de avião mas eu queria ser piloto, eu queria voar, é uma paixão – revela.
Apesar da idade, a jovem piloto já conquistou reconhecimento, e seu desempenho é digno de elogios.
- Dentro dessa nossa profissão nós precisamos, para ser o que somos, ter o dom. Não é só querer. Essa é a qualidade que diferencia o bom do médio piloto. A Kitty é possuidora desse dom. Ela é qualificada, tem realmente essa capacidade – afirma o comandante Antônio Tarragô.

MODA



Uma viagem fashion pelas décadas: a moda do século 19 aos dias de hoje

Peças e estilos que foram emblemáticos em sua época e, até hoje, estão no armário das mais antenadas

De tudo um pouco, já foi feito na moda. Chegou-se a um ponto que quase não há mais peças para os estilistas criarem. Todas as décadas foram revisitadas incansavelmente. Das túnicas gregas até o grunge minimalista dos anos 1990. Nos anos 2000, a regra é vestir-se com o que se sente bem. O segredo é fazer as peculiaridades de cada década se tornarem atuais. Seja um simples jeans ou um vestido "new look" rodado.
Abaixo, separamos peças emblemáticas. Com explicações sobre sua origem, em que contexto foram criadas e como usá-las no século 21. Basta ser criativo e ter uma dose de conhecimento histórico para saber de onde vêm os estilos copiados incansavelmente nas últimas décadas.
A corrida pelo ouro em 1873: calça jeans
A década
A moda no fim do século 19 ainda era muito parecida com a da era da Renascença. Não havia estilista ou quem ditasse o que devia ser usado na alta sociedade. As silhuetas pouco mudavam. Há séculos, as mulheres usavam espartilhos com saias compridas e volumosas. A regra era a mesma para todo o mundo ocidental. A França já era, entretanto, a capital mundial do mercado de luxo. Lá, eram feitos os melhores tecidos e trabalhavam as melhores costureiras e chapeleiras. Com o fim da Guerra Franco-Prussiana, em 1871, a indústria têxtil francesa começou a se desenvolver e a criar novos tipos de tecido em um ritmo acelerado. Era o início da revolução da moda.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel
A peça
Os mineradores de ouro que viviam em São Francisco, na Califórnia, durante a segunda metade do século 19, inventaram moda sem saber. Eles ficavam muito tempo em campo e precisavam de roupas fortes e duráveis para o trabalho. O empresário Levi Strauss tinha uma loja de artigos diversos na região e se incumbiu da missão de desenhar um par de calças mais resistente. O jeans e o denim já eram usados no uniforme dos trabalhadores braçais. A revolução de Levi foi usar pedaços de metais para arrematar os detalhes da peça. Há quem diga que existiam modelos anteriores ao criado em 1873, com tecidos diferentes. Mas Strauss foi o primeiro a patentear o jeans como conhecemos hoje. Nos anos 1950, a peça virou obrigatória entre os jovens rebeldes. Foi James Dean quem a imortalizou no filme Juventude transviada.
Paul Poiret decreta o fim do espartilho na primeira década do século 20: vestido sem cintura 
A década 
O mundo passava por uma transição radical. Os países estavam cada vez mais industrializados. Os artistas viviam o auge do movimento modernista, criando obras que escandalizavam a população. Paris era o centro do mundo cultural. A moda foi se transformando com a sociedade. As pessoas queriam ficar mais ao ar livre, então as roupas iam se tornando menos ornamentais. Mas as mudanças eram pequenas. De estação para estação, só se mexiam nas guarnições. Isso durou até os anos 1900, quando surgiram os primeiros estilitas - profissionais que ditavam moda e revolucionaram a silhueta. As roupas agora tinham assinaturas e os designers viraram 
pop stars.

Foto: Reprodução
A peça
Desde o Renascimento, as mulheres vestiam a mesma silhueta: cintura apertada com espartilho e saias longas e bufantes. Nenhuma mulher conseguia se vestir sozinha. Foi Paul Poiret, o primeiro estilista do mundo, que desenhou roupas que elas podiam vestir sem ajuda. Ele surgiu em 1908 e propôs uma mudança radical na silhueta feminina. Criou a linha Diretório: a saia caía reta até cinco ou seis centímetros do chão e colocava a cintura debaixo do busto. Depois, lançou os vestidos fourreau, ou o vestido-saco. Era o fim do espartilho.
A moda durante a ocupação na Segunda Guerra: Trench Coat
A década 
O mundo viveu a primeira metade da década de 1940 sob a penumbra da Segunda Guerra Mundial. Todos os setores industriais foram afetados pelo confronto. Com a moda não foi diferente. As fábricas têxteis priorizaram os pedidos de empresas que faziam uniformes de militares. Por isso, houve um racionamento de tecido. A população recebia cupons para comprar pano. Regras foram criadas para os designers: não podiam gastar mais de quatro metros de tecido para um mantô, só poderia ser usado um metro de tecido para chemisier (exceção feita para grávidas) e os cintos de couro não deviam ter mais de quatro centímetros de largura. Tecidos especiais foram desenvolvidos para aquecer a população, como a viscose, o raiom e a fibra artificial. As silhuetas ficaram mais secas, as saias menos rodadas, a altura das barras encurtaram, os cortes tornaram-se mais militares, as cores sumiram e a cintura passou a ser bem marcada.

Foto: Divulgação
A peça 
O trench coat foi originalmente desenhado por Thomas Burberry como parte do uniforme que os soldados ingleses usaram na Primeira Guerra Mundial. O objetivo era substituir o pesado casaco do exército da Grã Bretanha. Thomas usou o gabardine, tecido feito para ser impermeável. Em 1895, ele havia desenhado um modelo que já se assemelhava ao trench coat que conhecemos hoje. Mas foi apenas no ano de 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial, que ele adicionou ao produto palas nos ombros, as famosas dragonas, e as argolas na cintura para guardar granadas ou outros itens necessários no campo de batalha. O famoso xadrez da marca virou o forro do casaco em 1920. Mas foi só nas décadas de 1940 e 1950 que o trench coat se tornou artigo de moda. Foi imortalizado pelos grandes artistas de Hollywood. Quem não se lembra de Humphrey Bogart, em Casablanca, e George Peppard, em Bonequinha de luxo, desfilando o modelo?
Um estilo novo no início dos anos 1950: New Look
A década 
Com o fim da guerra, a Europa estava se restabelecendo aos poucos. O racionamento tinha acabado, as indústrias buscavam novos mercados e as pessoas estavam se acostumando com a variedade de ofertas de compras. Foi um período em que os estilistas estavam adaptando as pesquisas, feitas durante a guerra, para a vida comum. Os tecidos de náilon dos pára-quedistas, por exemplo, foram adotados pela indústria de lingerie e de roupas de banho. A alta-costura se reergueu, pois as festas voltaram a ser importantes encontros sociais. As joias voltaram a enfeitar o pescoço das mulheres da elite. Ninguém tinha mais vergonha de ostentar.

Foto: Reprodução
A peça 
Christian Dior foi o homem da moda na década de 1950. Ele reinventou a silhueta da mulher. Trouxe de volta a mulher vulnerável e feminina da Belle Époque, deixando- a com a cintura muito justa, saias volumosas, pregueadas, e a barra batendo na barriga da perna. A silhueta era contrastante com o comportamento das mulheres na época, já que elas estavam conquistando o direito de voto, trabalhando e dirigindo. Essa dupla mulher encantou estilistas de várias gerações. Os anos 1950 foram revisitados, por exemplo, nos anos 1980 e hoje é a principal tendência de inverno. O nome do estilo surgiu depois de um desfile em 1947, quando Carmel Snow, a então toda-poderosa da Vogue americana, anunciou "This is a New Look" (Este é um novo visual). Em 1957, no auge do sucesso, Christian Dior morreu, imortalizado como um dos nomes que transformaram a história da moda.
A moda americana dominando o início dos anos 1960: cocktail dress
A década 
No início do século, as mulheres começaram a se tornar independentes. O auge dessa evolução aconteceu no meio da Primeira Guerra e, depois, na Segunda Guerra, quando as mulheres ficaram em casa sozinhas, pois os homens foram lutar. Com o fim da era das guerras, nos anos 1950, as mulheres tinham uma vida quase independente, estavam chegando ao mercado de trabalho e a um passo de descobrirem a pílula anticoncepcional. A mudança de hábitos transformou a maneira como elas se vestem. Coco Chanel, por exemplo, foi vanguardista ao roubar peças do vestuário masculino para o feminino. Quando Christian Dior apareceu com o New Look e prendeu novamente a cintura das mulheres, estilistas, como Pauline Trigère, Norman Norel e, principalmente, Chanel lutaram para colocar as mulheres em vestidos estilo coquetel e em tailleurs.

Foto: AP
A peça 
Em 1929, as mulheres americanas conquistaram o direito de beber. As mais vanguardistas começaram a frequentar festas que serviam coquetéis entre 18h e 20h. Para isso, precisavam de vestidos arrumados para sair à noite, mas não tão arrumados para ir aos bailes. Assim, surgiram os modelos de noite mais curtos. No início, a moda era restrita aos Estados Unidos, as francesas não assimilaram a tendência. Com a popularização dos filmes de Hollywood nos anos 1930, o mundo começou a prestar atenção na moda americana. Coco Chanel, Jean Patou e Elsa Schiaparelli fizeram os primeiros modelos franceses de cocktail dress. Eles usaram tecidos nobres, como cetim e seda. Luvas, chapéus e joias específicos foram criados para acompanhar a peça. Foi Christian Dior, nos anos 1940, que definiu o estilo como cocktail. Mas foi só no início dos anos 1960 que os vestidos dominaram as ruas americanas. O look foi imortalizado por Jackie Kennedy e Audrey Hepburn.
O revolucionário fim dos anos 1960: minissaia
A década
Foi o auge da era do consumo e da massificação de novas tecnologias, como a televisão e os eletrodomésticos. Os Estados Unidos disseminaram pela televisão a maneira como as mulheres do mundo inteiro deveriam se comportar. Os jovens começaram a criar sua própria moda e não havia mais distinção clara entre roupas femininas e masculinas. Pela primeira vez, a maneira como as pessoas se vestiam não era ditada pelos grandes estilistas. Não usar o que estava na moda se tornou sinônimo de liberdade. As mulheres ficaram independentes com a pílula anticoncepcional e conquistaram o mercado de trabalho, mesmo que os salários fossem menores que os dos homens.

Foto: Julio Cavalheiro
A peça
A transformação da moda nos anos 1960 foi radical. A barra da saia já vinha diminuindo no fim dos anos 1950. Mas em 1963, graças à estilista Mary Quant, estava batendo no meio das coxas. Elas eram normalmente combinadas com meias coloridas. Era o início da meia-calça e o fim da cinta-liga. A meia-calça dava mobilidade à mulher, que de saia curta podia dançar sem medo de mostrar a calcinha. Junto com a nova saia, vieram também os shorts e as botas de cano alto. A origem da minissaia criou discussão sobre a sua criação, pois quem disseminou a moda em Paris foi o estilista André Courrèges. Até que Mary Quant anunciou: "A ideia da minissaia não é minha e nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou".
Os irreverentes hippies: calça boca de sino
A década
Os anos 1970 foram marcados por uma separação: as roupas que as pessoas usavam e o que era desenhado pela alta-costura. Estilistas renomados e os jovens não dialogavam. Foi o fim da grande era das maisons e o início da disseminação do prêt-à-porter e da confecção. Era o tempo do amor livre. Os jovens inauguravam um comportamento mais flexível e isso se refletia na maneira como eles se vestiam. A roupa se tornou uma plataforma de manifestação contra o sistema, uma revolução cultural. A década de 1970 lançou o primeiro movimento antimoda, fazendo com que as tendências da rua fossem assimiladas para a passarela, transformando o étnico em alta-costura. 

Foto: Divulgação
A peça 
A calça de boca de sino não foi uma peça restrita aos homens nem as mulheres. Ambos os sexos aderiram à moda. Na época, isso não era comum. A peça era justa nas coxas e a barra abria assim que passava pelo joelho. Eram escandalosas para as mulheres, que ainda não usavam calças no ambiente de trabalho, e para os homens, pois eram justas demais. A peça fez parte do movimento que adaptava o vestuário tradicional a cortes diferentes. As estampas eram sempre extravagantes para combinar com outros acessórios do movimento flower power.

terça-feira, 29 de março de 2011



COMO ESCOLHER PERFUME PARA MULHER E HOMEM


cheiro é marca registrada da maioria das pessoas. Logo, elas são marcadas pelo 
perfume  que utilizam. Quem nunca sentiu um cheiro de alguma essência e logo relacionou a uma pessoa. Já encontrou um perfume que combine com você? Que realmente transmite sua personalidade e características que as possui? Encontre a fragrância que realmente combine com seu estilo. Saiba o perfume direcionado para o seu signo.
A escolha do perfume deve ser influenciada não só com seu estilo, mas, com o lugar e a ocasião que lhe é permitida. Para quem trabalha em escritório a escolha tem que ser baseada em fragrância menos marcante como florais e cítricos. Já nas festas, você pode optar por cheiros mais concentrados e fortes. Saiba que deve evitar o exagero na quantidade de uso. Algumas pessoas podem ser alérgicas a certos cheiros, não queira afastar as pessoas ao seu redor. Se o perfume é bom, não há necessidade em exagerar na dose.
Então, procure utilizar fragrâncias de boa qualidade, sejam os suaves ou os fortes. O cheiro do perfume muda de pessoa para pessoa. Mesmo usando o mesmo perfume, o cheiro fica diferente. Pois os fatores alimentares, hormonais e os odores corporais fazem com isso aconteça. Por isso, o ideal na compra do perfume é você mesma experimentar e tirar suas próprias conclusões sobre ele.
Observe seu signo e escolha a sua fragrância
  • Áries (21/03 a 20/04)
    Lavanda, alfazema e os cítricos, as arianas adoram controlar a situação.
  • Touro (01/04 a 20/05)
    Florais como orquídeas, magnólia e jasmim, pessoas desse signo não perdem tempo na produção.
  • Gêmeos (21/05 a 20/06)
    As diversas composições de flores do campo são ideais para as geminianas que são curiosas e adoram mudanças. Ex: Narciso e verbena
  • Câncer (21/06 a 21/07)
    A canceriana gosta de relembrar momentos da vida, a busca pelo aconchego faz se sentir bem ao usar essências com toques florais como lírio e jasmim.
    • Leão (22/07 a 22/08)
      Perfumes a base de pimenta rosa e gengibre, as leoninas exigem fragrâncias fortes. Elas são seguras, sexy e gostam de deixar rastros por onde passam.
    • Virgem (23/08 a 22/09)
      A organização reina na vida das virginianas, os cheiros são as lavandas e as gardênias.
    • Libra (23/09 a 22/10)
      As mulheres são elegantes e transmitem harmonia, as violetas e patchouli
    • Escorpião (23/10 a 21/11)
      Elas são misteriosas, os perfumes devem ser provocantes como a base de rosas, cravo e canela.
    • Sagitário (22/11 a 21/12)
      Aroma sempre suave como lavanda, jasmim e lírio. Elas são independentes e ativas.
    • Capricórnio (22/12 a 20/01)
      Discreta e nada extravagante, a capricorniana busca toques amadeirados como pinho e sândalo.
    • Aquário (21/01 a 19/02)
      Elas são originais e fieis no cheiro. Gengibre, limão e ervas são essenciais.
    • Peixes (20/02 a 20/03)
      Sensível e romântica, a pisciana adora os cheiros doces e florais.


    Li e gostei, no blog Confraria dos poetas de Jaguarão


    Além da Esquina



    Existe um lugar
    Além da esquina
    Onde vive um pensamento
    Perambulando noite e dia

    Existe um motivo
    Mais que intuitivo, eu penso
    Reticências entrepostas nos semáforos
    Exclamação no meio de um sorriso

    Existe um espaço
    Uma lacuna no céu escuro
    Um pedido em cima do muro
    O meu desejo batendo a porta

    Existe um silêncio
    Que vive além dos teus lábios
    E conta as mesmas histórias
    Todas as noites antes de dormir.

    VELOCROSS GAUCHO 2011

    Calendário do campeonato Gaúcho de Velocross 2011
    1ª Etapa – 17 de abril – Santa Maria
    2ª Etapa – 22 de maio – Jaguarão
    3ª Etapa – 26 de junho – Livramento
    4ª Etapa – 23 de julho – Canguçu
    5ª Etapa – 7 de agosto – Panambi
    6ª Etapa – 28 de agosto – Santa Cruz do Sul
    7ª Etapa – 18 de setembro – Passo Fundo
    8ª Etapa – 16 de outubro – Alto Alegre


    Na manhã de quarta-feira feira (23) as competições estaduais na nova pista de Veloterra de Jaguarão foram pauta de reunião no Gabinete do Prefeito Cláudio Martins. Na oportunidade também estavam presentes o Presidente do Poder Legislativo, Eduardo Neutzling (PTB), o vereador Oberte Paiva (PT), o Secretário de Cultura e Turismo, Alencar Porto, o Presidente do Motoclube de Jaguarão, Wanderlei Prietsch e o Presidente da Federação Gaúcha de Motociclismo, Paulo Della Flora.
    Durante o encontro foram discutidos detalhes da 2ª etapa do campeonato  gaúcho de Velocross, que será realizada no dia 22 de maio, em Jaguarão.
    Após a reunião todos foram até a pista, inaugurada em novembro do ano passado ao lado do Viaduto da BR 116, para que o Presidente da Federação Gaúcha de Motociclismo fizesse a vistoria no local. “O lugar é apropriado e com certeza teremos um grande evento”, concluiu Paulo.
    Para o Prefeito Cláudio Martins é uma grande satisfação receber mais uma competição deste esporte de grande tradição no município. “Apoiamos a construção da nova pista no município e acompanhamos um excelente evento que marcou a inauguração do espaço,  onde estiveram reunidos pilotos de diversos lugares do estado e também do Uruguai”, relembra.
    A entrada para o evento do dia 22 de maio será um quilo de alimento não perecível ou um agasalho, que serão doados para entidades assistenciais da cidade.

    (FONTE: Blog turismo em Jaguarão)


    BOA NOITE!



    Comente aqui
    0
    29/03/2011 - 07h51

    Estado teve sensação térmica abaixo dos 5ºC

    Massa de ar frio que avança da Argentina provoca queda de temperatura
    Na manhã de hoje, 29, até as 6 horas, as menores temperaturas foram registradas no Chuí e em Jaguarão, com 9,3ºC e 9,8ºC. No entanto, por causa do vento, a sensação térmica foi de 4,5ºC no Chuí. Já em São José dos Ausentes fez 13ºC, mas a sensação foi de 4ºC. Uma massa de ar frio que avança da Argentina provocou a queda de temperatura

    Por causa da nebulosidade, não deve fazer muito calor na Região Metropolitana. Já no Centro e Sul do Estado, o sol deve aparecer e elevar a temperatura. Em Santa Cruz do Sul, o termômetro pode chegar aos 27ºC.
    Ocorreu um erro neste gadget

    Arquivo do blog

    ALGUMAS CITAÇOES:

    As mulheres precisam ser amadas, não compreendidas.

    Com certeza, se casem. Se casar com uma boa mulher, será um homem feliz. Se casar com uma má, se convertirá em filósofo. (Socrates)

    Não sou um santo. A menos que para você um santo seja um pecador que simplesmente segue se esforçando. (Nelson Mandela)

    Nunca penso no futuro - ele já chegará. (Albert Einstein)

    Os melhores amigos ouvem o que você não diz.

    Nossos amigos são os irmãos que nunca tivemos.

    clicRBS

    Ocorreu um erro neste gadget